quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Acusado de matar comerciante de Juazeiro do Norte é morto a tiros pela polícia

Morreu por volta das 15h30min desta quarta-feira na UTI do Hospital Regional do Seridó em Caicó (RN) o jovem Manoel Raimundo da Silva Neto, de 19 anos, que era apelidado por "Neto Mossoró" ou “Neto da Doze”.
Ele é acusado ter assassinado no último dia 20 de março o crediarista Iran Bezerra de Araújo, de 47 anos, que era apelidado por Iran Calçados e residia na Rua Luiz Gonzaga (Bairro Tiradentes) em Juazeiro do Norte.

Neto foi alvejado com tiros na cabeça nesta terça-feira após ter tentado matar Lucas Gabriel dos Santos, de 18 anos, o “Lukinha” e atirar contra um Policial Militar fato ocorrido nas imediações do CAIC no Bairro Paulo VI na zona oeste de Caicó. Ele usava um capacete e estava acompanhado de um comparsa. Quando seu desafeto chegava à escola foi alvejado com um tiro na perna e não corre risco de morte. Ao ouvir os disparos, o PM que ali estava de serviço saiu do estabelecimento e foi recebido à bala.

Sem ter sido alvejado, o policial sacou a arma e revidou atingindo Neto Mossoró na cabeça, enquanto o companheiro dele fugia sem ser identificado. O autor dos atentados à bala foi socorrido em estado grave para o hospital e morreu cerca de 25 horas depois. Nos bolsos da calça do short de Neto a polícia encontrou 15 cartuchos calibre 38 intactos além do recolhimento de um revólver com quatro munições deflagradas, sendo uma contra Lukinha e três na direção do PM que trabalha no CAIC.


COMERCIANTE – Iran Calçados ou Iran Galego foi assassinado em março por Neto Mossoró após parar o seu Fiat Uno vermelho para fazer uma cobrança de R$ 70,00 na Rua Julieta Lopes (Bairro João Paulo II) na zona oeste de Caicó. Ele e um comparsa levaram o carro do crediarista juazeirense e o abandonou depois. Iran se fazia acompanhar de Cícero Claudio da Silva, de 37 anos, que, também, mora em Juazeiro e foi perseguido pela dupla armada, porém escapou

Neto Mossoró era tido como um homem violento e envolvido com o tráfico de drogas e assaltos, sendo de sua preferência chamá-lo de "Terror da Zona Oeste" já que não costumava ser piedoso com suas vítimas desde a adolescência. Segundo a Imprensa de Caicó, na prática dos crimes, o mesmo gostava de humilhar suas vítimas com chutes, coronhadas e as intimidava com gritos imperativos deixando claro que a desobediência às suas ordens era fatal.

03/10/2013 as 09h00

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